<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5987637654160602636</id><updated>2012-02-16T12:59:01.471-08:00</updated><category term='desenvolvimento sustentável'/><category term='crise econômica'/><category term='evolução'/><category term='empresa'/><category term='biologia da vida'/><category term='Sustentabilidade'/><title type='text'>Atitude Sustentável</title><subtitle type='html'>Blog da Consultoria Atitude Sustentável</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://atitudesrv.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5987637654160602636/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atitudesrv.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Blogger</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00755464276262359273</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_iqS4C2oPjO4/TAAvCtP6XPI/AAAAAAAAAHw/LyXKdeQDirc/S220/fOTO-3.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>9</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5987637654160602636.post-3932299693630074233</id><published>2011-08-09T21:09:00.000-07:00</published><updated>2011-08-10T07:04:01.596-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='biologia da vida'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='evolução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sustentabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desenvolvimento sustentável'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='empresa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='crise econômica'/><title type='text'>A sustentabilidade em tempos de crise</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O interessante sobre o assunto sustentabilidade é que, por ser amplo e ainda pouco conhecido, podemos relacioná-lo com quase tudo, inclusive com os momentos de crise que eventualmente passamos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Meus amigos mais céticos me dizem que em tempos críticos, a sustentabilidade é um assunto morto nas empresas. A sobrevivência vira a ordem do dia - Grande ponto de interrogação se faz na minha cabeça: A sustentabilidade não trata, intrinsecamente, sobre a sobrevivência? No longo prazo? Sim. Mas percebi que esta conexão entre os aspectos da sustentabilidade empresarial – muito ligada a questões de proteção ambiental e também de investimentos social – e como enfrentar uma crise ainda não está clara em nossas mentes. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pois bem, para entendermos como uma gestão mais sustentável pode colaborar com os empresários, homens e mulheres de negócio, a enfrentar a crise com menos traumas, escolhi me inspirar no trabalho de Elisabet Sahtouris. Bióloga, PhD e estudiosa de teoria da evolução. Elisabet Sahtouris mostra um processo de evolução não baseado no sucesso dos mais fortes, mas sim, numa dança sucessiva de invenções tecnológicas e cooperação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A análise começa com um dos primeiros habitantes da terra, as bactérias moneras, que viviam num oceano cheio de suprimentos para sua alimentação, com o que construíam suas enzimas e proteínas. Estes indivíduos unicelulares seguiam se multiplicando, usando os recursos disponíveis para fabricação de seu alimento e jogando no ambiente os resíduos que sobravam deste processo. Estas bactérias eram fermentadoras. Com o passar dos anos (bilhões, creio eu) o suprimento de alimentos baixou de nível e estes pequenos seres vivos estavam à beira de um colapso. Começaram, então, a perceber a possibilidade de usar a energia do sol para quebrar moléculas e buscar seus alimentos de outras fontes abundantes no planeta, mas com outro processo. Assim surgiram as “bluegreens” bactérias que aprenderam a fotossíntese e num processo de cooperação com as moneras, criaram um ambiente propício à sua sobrevivência. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não tão tarde descobriram, as moneras e as bluegreens, que o subprodutos de ambas as tecnologias – a fermentação e a fotossíntese – era um gás muito venenoso – o oxigênio. Assim, conforme iam se multiplicando, o nível de oxigênio ia crescendo, causando a morte de milhares de indivíduos e trazendo, novamente, a possibilidade de auto–extermínio. A sobrevivência, então, vem de outro salto tecnológico. Algumas bactérias passaram a se diferenciar usando os resíduos dos processos de suas companheiras como matéria-prima para sua alimentação. Assim, algumas bactérias começaram a aprender um novo processo, usando o “veneno” oxigênio e produzindo gás carbônico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ciclo estava concluído. Algumas bactérias poderiam usar o oxigênio para produzir o que outras precisariam como alimento, o dióxido de carbono, usado na fotossíntese. O que se vê a partir daí é um crescente número de diferenciações, mas num trabalho complementar e cooperativo que pôde assegurar a sobrevivência das bactérias que fermentam, das que fazem fotossíntese e das que respiram. Se usarmos um microscópio para analisarmos a superfície da pia da cozinha, por exemplo, vamos ver verdadeiras cidades silenciosas e harmônicas, com bactérias fermentadoras, as que fazem fotossíntese e as que respiram juntamente trabalhando, numa verdadeira dança na qual elas se complementam, cooperam entre si e mantém sua diferenciação. Cada uma desempenhando sua tarefa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora, como tudo isto se aplica à sustentabilidade empresarial? Ora, a época de crise se caracteriza por escassez de recursos. A história da evolução das bactérias nos mostra pelo menos duas saídas: salto tecnológico e cooperação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tecnologia - As bactérias usaram a crise de recursos para desenvolver novos usos para o lixo e desenvolver novos processos tecnológicos de absorção de alimentos. Descobriram novas fontes de energia. Será que talvez uma saída de médio prazo para a crise que estamos vivendo não seria por um caminho análogo? Não vale a pena rever processos produtivos, desde a utilização de matérias-primas até os resíduos e descobrir se não há oportunidades escondidas aí? Será que não há novas formas mais eficientes de utilizar os recursos que a natureza nos disponibiliza? Será que o que vemos como um problema não pode ser uma solução?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cooperação – novamente as bactérias nos ensinam que a cooperação é a melhor saída para a sobrevivência. Tivessem algumas delas resolvido simplesmente acabar com a outra e todas teriam sucumbido. Da mesma forma podemos pensar a sustentabilidade empresarial. É neste momento de crise que podemos evocar nossa criatividade na cooperação. Ao invés, por exemplo, de simplesmente mandarmos embora nossos recursos humanos que agora mais do que nunca representam custos, não seria possível chamá-los a conversar sobre o problema e tentar algo com base na cooperação? Será que ao invés de despedir um funcionário, este não se disporia a trabalhar meio período? Manter dois pelo custo de um e assim não teríamos uma família totalmente sem recurso? Seria possível sentar com fornecedores e pensar juntos qual seria uma saída boa para ambos? Qual seria o risco? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apenas lembrando, a primeira bactéria resolveu sua primeira crise de energia desenvolvendo tecnologia solar. Depois, aprendeu a reciclar suprimentos e entendeu que esta era a melhor forma de evitar ficar sem. Finalmente, enfrentando a poluição do oxigênio, elas se juntaram diante do problema e, usando os diversos mecanismos específicos de cada uma, desenvolveram um modelo mais sofisticado e que possibilitou a manutenção da vida, a respiração.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A evolução, vista deste ângulo, significa mudança de padrões que se transformam em novos padrões. Uma evolução bem sucedida é harmônica e tem cada um de seus elementos contribuindo para o todo. Segundo Maturana e Varella a vida é um sistema autopoiéticointerações com o ambiente externo que desencadeia nele a necessidade de mudança na sua própria estrutura.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cabe a nós aproveitarmos este momento de crise externa para nos re-criarmos como profissionais e como empresas, nos transformando, mudando nossas estruturas internas para continuarmos a existir.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5987637654160602636-3932299693630074233?l=atitudesrv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atitudesrv.blogspot.com/feeds/3932299693630074233/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://atitudesrv.blogspot.com/2011/08/sustentabilidade-em-tempos-de-crise.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5987637654160602636/posts/default/3932299693630074233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5987637654160602636/posts/default/3932299693630074233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atitudesrv.blogspot.com/2011/08/sustentabilidade-em-tempos-de-crise.html' title='A sustentabilidade em tempos de crise'/><author><name>Cibele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09631154316646759448</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5987637654160602636.post-5968783846428360953</id><published>2011-03-30T10:16:00.000-07:00</published><updated>2011-03-30T10:16:13.101-07:00</updated><title type='text'>Movimento Mundial - Dr. Masaru Emoto</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Ti3r_3sc-GY/TZNkiQNRjNI/AAAAAAAAAcs/RjuHKDEY9SA/s1600/Masaru+Emoto.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;b&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-Ti3r_3sc-GY/TZNkiQNRjNI/AAAAAAAAAcs/RjuHKDEY9SA/s320/Masaru+Emoto.jpg" width="241" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;31/março - quinta ao meio  dia horário local em todos os países&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;CERIMÔNIA : MANDAR PENSAMENTOS DE AMOR E  GRATIDÃO&amp;nbsp;À ÁGUA&amp;nbsp;DAS&amp;nbsp;USINAS NUCLEARES DE FUKUSHIMA - convocação de Dr Masaru  Emoto&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;span&gt;Para pessoas de todo o  Mundo:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;span&gt;Por favor, envie suas  orações de amor e gratidão para a água nas usinas nucleares em Fukushima, no  Japão!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;b&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Pelo  terremoto de magnitude 9 e surreal tsunami, mais de 10.000 pessoas ainda estão  desaparecidas até agora .... 16 dias desde o desastre .&amp;nbsp;O pior é que a água nos  reatores nucleares de Fukushima começou a vazar, e é a contaminação do mar, ar e  da molécula de água das áreas  próximas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;A sabedoria humana não  foi capaz de fazer muito para resolver o problema, mas estamos apenas tentando  esfriar a ira de materiais radioativos nos reatores de descarga de  água&amp;nbsp;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Será que realmente não  existe&amp;nbsp;nada para fazer?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Eu acho que  existe.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Durante mais de vinte anos  de pesquisa e tecnologia de medição&amp;nbsp;HADO fotografando&amp;nbsp;águas cristalinas, tenho  testemunhado que a água pode tornar-se positiva quando recebe a vibração pura da  Oração humana, não importa o quão longe ela está.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;A&amp;nbsp;fórmula de Albert Einstein, E = MC2  significa realmente que a Energia = número de pessoas sintonizadas&amp;nbsp;vale o dobro  da consciência destas pessoas.&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span&gt;Agora é a hora de entender o  verdadeiro significado.&amp;nbsp;Vamos todos&amp;nbsp;nos unir nesta cerimônia de oração, como  cidadãos do Planeta Terra.&amp;nbsp;Eu gostaria de pedir a todas as pessoas, não apenas  no Japão, mas em todo o mundo para nos ajudar a encontrar uma saída para a crise  deste planeta !&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;O processo de oração é a  seguinte:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;D&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;iga isso em voz alta ou em sua mente.&amp;nbsp;Repita três vezes  colocando as mãos juntas em posição de Oração.&amp;nbsp;Por favor, ofereça sua Oração  Sincera:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;blockquote style="font-weight: bold;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #741b47;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 18pt;"&gt;" Água da central nuclear  de Fukushima, lamentamos&amp;nbsp; fazê-la sofrer.&amp;nbsp;Por favor,  perdoe-nos.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 18pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #741b47;"&gt;Nós te&amp;nbsp;Agradecemos, e nós  te amamos . "&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-weight: bold;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: teal; font-size: 13.5pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;Muito obrigado de  coração.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;Com amor e gratidão,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;Eu Sou, Masaru  Emoto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;Mensageiro da Água&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5987637654160602636-5968783846428360953?l=atitudesrv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atitudesrv.blogspot.com/feeds/5968783846428360953/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://atitudesrv.blogspot.com/2011/03/movimento-mundial-dr-masaru-emoto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5987637654160602636/posts/default/5968783846428360953'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5987637654160602636/posts/default/5968783846428360953'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atitudesrv.blogspot.com/2011/03/movimento-mundial-dr-masaru-emoto.html' title='Movimento Mundial - Dr. Masaru Emoto'/><author><name>Blogger</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00755464276262359273</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_iqS4C2oPjO4/TAAvCtP6XPI/AAAAAAAAAHw/LyXKdeQDirc/S220/fOTO-3.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Ti3r_3sc-GY/TZNkiQNRjNI/AAAAAAAAAcs/RjuHKDEY9SA/s72-c/Masaru+Emoto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5987637654160602636.post-4677396612078060926</id><published>2011-02-10T05:48:00.000-08:00</published><updated>2011-02-10T05:48:06.834-08:00</updated><title type='text'>The story of stuff</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="233" src="http://www.youtube.com/embed/9GorqroigqM" title="YouTube video player" width="360"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5987637654160602636-4677396612078060926?l=atitudesrv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atitudesrv.blogspot.com/feeds/4677396612078060926/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://atitudesrv.blogspot.com/2011/02/story-of-stuff.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5987637654160602636/posts/default/4677396612078060926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5987637654160602636/posts/default/4677396612078060926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atitudesrv.blogspot.com/2011/02/story-of-stuff.html' title='The story of stuff'/><author><name>Blogger</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00755464276262359273</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_iqS4C2oPjO4/TAAvCtP6XPI/AAAAAAAAAHw/LyXKdeQDirc/S220/fOTO-3.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/9GorqroigqM/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5987637654160602636.post-62511608321287747</id><published>2010-11-11T06:13:00.001-08:00</published><updated>2010-11-11T06:13:31.397-08:00</updated><title type='text'>O caminho das estrelas - Fernanda Montenegro</title><content type='html'>&lt;object height="300" width="366"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/qaN9t3vUD5Q?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x234900&amp;amp;color2=0x4e9e00"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/qaN9t3vUD5Q?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x234900&amp;amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="366" height="300"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5987637654160602636-62511608321287747?l=atitudesrv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atitudesrv.blogspot.com/feeds/62511608321287747/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://atitudesrv.blogspot.com/2010/11/o-caminho-das-estrelas-fernanda_11.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5987637654160602636/posts/default/62511608321287747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5987637654160602636/posts/default/62511608321287747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atitudesrv.blogspot.com/2010/11/o-caminho-das-estrelas-fernanda_11.html' title='O caminho das estrelas - Fernanda Montenegro'/><author><name>Blogger</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00755464276262359273</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_iqS4C2oPjO4/TAAvCtP6XPI/AAAAAAAAAHw/LyXKdeQDirc/S220/fOTO-3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5987637654160602636.post-7437950094747520844</id><published>2010-09-17T15:42:00.000-07:00</published><updated>2010-09-17T15:42:31.514-07:00</updated><title type='text'>Zeitgeist - Addendum</title><content type='html'>&lt;embed allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" id="VideoPlayback" src="http://video.google.com.br/googleplayer.swf?docid=-2996112039116116532&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;fs=true" style="height: 326px; width: 400px;" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para saber mais:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.thezeitgeistmovement.com/"&gt;http://www.thezeitgeistmovement.com/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5987637654160602636-7437950094747520844?l=atitudesrv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atitudesrv.blogspot.com/feeds/7437950094747520844/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://atitudesrv.blogspot.com/2010/09/zeitgeist-addendum.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5987637654160602636/posts/default/7437950094747520844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5987637654160602636/posts/default/7437950094747520844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atitudesrv.blogspot.com/2010/09/zeitgeist-addendum.html' title='Zeitgeist - Addendum'/><author><name>Blogger</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00755464276262359273</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_iqS4C2oPjO4/TAAvCtP6XPI/AAAAAAAAAHw/LyXKdeQDirc/S220/fOTO-3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5987637654160602636.post-5727885744367220292</id><published>2010-09-15T06:54:00.000-07:00</published><updated>2010-09-15T07:00:05.457-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color: green;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;"Nosso medo mais profundo não é o de sermos  inadequados.&lt;br /&gt;Nosso medo mais profundo&lt;br /&gt;é que somos poderosos além de  qualquer medida.&lt;br /&gt;É a nossa luz, não as nossas trevas,&lt;br /&gt;O que mais nos  apavora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós nos perguntamos:&lt;br /&gt;Quem sou eu para ser Brilhante,  Maravilhoso, Talentoso e Fabuloso?&lt;br /&gt;Na realidade, quem é você para não  ser?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você é filho do Universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se fazer pequeno não ajuda o  mundo.&lt;br /&gt;Não há iluminação em se encolher, para que os outros não se sintam  inseguros quando estão perto de você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascemos para manifestar a glória  do Universo que está dentro de nós.&lt;/span&gt;&lt;b r=""&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;Não está apenas em um de nós: está em  todos nós.&lt;br /&gt;E conforme deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente  damos às outras pessoas a permissão para fazer o mesmo.&lt;br /&gt;E conforme nos  libertamos do nosso medo, nossa presença, automaticamente, liberta os  outros."&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: green;"&gt;&lt;b r=""&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: green;"&gt;&lt;b r=""&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;Há divergências quanto a autoria, algumas fontes citam como sendo de Nelson Mandela no seu discurso de posse em 1994, outras citam&amp;nbsp;Marianne Williamson em seu livro 'A Return to Love'&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b r=""&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b r=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: green;"&gt;&lt;b r=""&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: green;"&gt;&lt;b r=""&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;Encontramos uma nota da autora dizendo o seguinte:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: green;"&gt;&lt;b r=""&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; font-size: 13px; font-weight: normal; line-height: 19px;"&gt;The passage has been used, amongst other places, in the 2005 film,&amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Coach_Carter" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: initial; background-image: none; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; color: #0645ad; text-decoration: none;" title="Coach Carter"&gt;Coach Carter&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;. It is often incorrectly attributed to&amp;nbsp;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Nelson_Mandela" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: initial; background-image: none; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; color: #0645ad; text-decoration: none;" title="Nelson Mandela"&gt;Nelson Mandela&lt;/a&gt;;&lt;sup class="reference" id="cite_ref-aetw_2-0" style="font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 1em;"&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/A_Return_to_Love#cite_note-aetw-2" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: initial; background-image: none; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; color: #0645ad; text-decoration: none; white-space: nowrap;"&gt;&lt;span&gt;[&lt;/span&gt;3&lt;span&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&amp;nbsp;Williamson herself is quoted as saying, "&lt;i&gt;As honored as I would be had President Mandela quoted my words, indeed he did not. I have no idea where that story came from, but I am gratified that the paragraph has come to mean so much to so many people.&lt;/i&gt;"&lt;sup class="reference" id="cite_ref-aetw_2-1" style="font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 1em;"&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/A_Return_to_Love#cite_note-aetw-2" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: initial; background-image: none; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; color: #0645ad; text-decoration: none; white-space: nowrap;"&gt;[&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/A_Return_to_Love#cite_note-aetw-2" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: initial; background-image: none; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; color: #0645ad; text-decoration: none; white-space: nowrap;"&gt;3&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/A_Return_to_Love#cite_note-aetw-2" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: initial; background-image: none; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; color: #0645ad; text-decoration: none; white-space: nowrap;"&gt;]&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: green;"&gt;&lt;b r=""&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; font-size: 13px; font-weight: normal; line-height: 19px;"&gt;&lt;sup class="reference" id="cite_ref-aetw_2-1" style="font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: green;"&gt;&lt;b r=""&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; font-size: 13px; font-weight: normal; line-height: 19px;"&gt;&lt;sup class="reference" id="cite_ref-aetw_2-1" style="font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 1em;"&gt;Na dúvida, deixamos os dois.&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5987637654160602636-5727885744367220292?l=atitudesrv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atitudesrv.blogspot.com/feeds/5727885744367220292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://atitudesrv.blogspot.com/2010/09/nosso-medo-mais-profundo-nao-e-o-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5987637654160602636/posts/default/5727885744367220292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5987637654160602636/posts/default/5727885744367220292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atitudesrv.blogspot.com/2010/09/nosso-medo-mais-profundo-nao-e-o-de.html' title=''/><author><name>Blogger</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00755464276262359273</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_iqS4C2oPjO4/TAAvCtP6XPI/AAAAAAAAAHw/LyXKdeQDirc/S220/fOTO-3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5987637654160602636.post-6295638286311456742</id><published>2010-06-01T11:49:00.000-07:00</published><updated>2010-09-01T13:39:33.128-07:00</updated><title type='text'>Poema Ecológico - Resposta de um homem do Mundo de 1978 - Julio Roberto</title><content type='html'>Ao ler a carta do Chefe Seattle, talvez muitas pessoas tenham formulado no pensamento,uma forma de resposta, principalmente porque os fatos ocorreram e se precipitaram no rumo da destruição. Uma resposta, pelo menos foi escrita. É quase um lamento pelo homem, sua terra, seu destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amigo Seattle:&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Li a sua carta escrita em 1854 ao grande Chefe Branco de Washington.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Soou um homem de 1978 que vive num mundo, como tu previste, em decadência e destruição.&lt;br /&gt;Já não ouço o sussurrar do vento nem a discussão noturna das rãs nos charcos da selva. Já nem temos selva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As flores murcharam, ás arvore agonizam, os pássaros fogem e os insetos deixam de zumbir.&lt;br /&gt;Bem sei que sou um homem enjaulado numa cidade e tu vivias nas pradarias, lá os bisontes e noitibós te alimentavam o corpo e a alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os rios, para ti sagrados, são hoje para mim apenas uma viagem de infância. Neles em vez de peixes fazendo corridas e acrobacias, eu vejo o lixo da nossa civilização, os detritos deste mundo, as opulências mortas de uma humanidade que se afunda vertiginosamente na era do plástico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Olho as estrelas e o luar. Parecem mais distantes do que são, e os meus olhos desabituados já de os observar, cansam-se facilmente. Não tenho, como tu tinhas, esse poder de olhar de frente o sol, de receber a sua luz e o seu calor sem me cegar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As águias, vi uma ou outra, como se fossem já animais pré-históricos, aturdidas e confusas, sem perceber o que fizemos desta Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Meu amigo Seattle, a tua carta é já de agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tu não tiveste automóvel, nem indústrias, nem chauffage, nem televisão, nem jornais, nem os bens da civilização. Não soubeste o que é voar num avião a jato, a 1000 km por hora. Também não tinhas pressa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não soubeste o que é ir à Lua. Também não precisavas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não soubeste também, de certeza, o que é procurar na noite o repouso cansativo duma diversão barulhenta a que chamam de música, é onde a angustia é a única sensação que fica. Tu sabias lá o que era angústia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vivo na cidade, nestes monstros de pedra, ruas, barulhos e gente aos gritos, a correr e a atropelar-se, para, ao que dizem, ganhar a vida. Certamente tu dirias para a perder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mesmo aquela relva que, às vezes, ainda havia nas cidades, vai desaparecendo. As árvores que já depois de tu escreveres a tua carta, ainda enfeitavam os lados das ruas, vão desaparecendo. Sabes por quê? Porque é preciso alargar as pistas para os automóveis, pois, segundo dizem, circular é viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E o mar, esse, sobretudo o que vinha dantes banhar as nossas praias e namorar a areia branca, vem agora suja-la, com o lixo que lhe deitam dentro. Tem um ar triste, de um mendigo que,as vezes, se revolta e destrói as grandes construções dos nossos engenheiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ah! Meu querido amigo selvagem! Como eu, que não vivi no seu tempo, nem das tuas pradarias, tenho saudade da tua Terra sagrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sabes, agora temos frutos maiores, calibrados, estudados, enxertados, fertilizados e envenenados. Não sabem a nadam nem à frescura do néctar da flor que os gerou, nem ao perfume de que tu falas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nossa sabedoria é outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transformamos tudo, progredimos, inventamos, criamos coisas que tu nem imaginas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olha, substituimos o vento e o sol, por uma coisa que se chama energia nuclear. Sabes, é que nós precisamos de mais energia. Criámos tantas coisas,somos seres tão exigentes, que a energia da Natureza não chega para os semi-deuses que nós somos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desviamos rios, irrigámos as terras, morreram alguns peixes, passamos fome; temos, porém, coisas que tu não podias imaginar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabes tu o que é um arranha-céus com ar condicionado, elevadores que nos levam para cima e para baixo? Claro, não sabes. Tu não precisavas morar para cima ti próprio. Tinhas espaço e moravas para os lados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós vivemos a correr; tu contemplavas. Contentavas-te com pouco. Não admiras, tu eras um selvagem. Nós não, temos necessidade de mais, cada vez mais, cada vez mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É que nós não nos pertencemos. Pertencemos ao todo. Cada um é uma pequena peça que gira e roda sem saber porquê; e sem ter tempo para saber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu tinhas espaço, tinhas tempo e tinhas-te a ti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como tu disseste: "morrerão afogados nos vossos próprios resíduos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tua sagrada Terra, a nossa Terra, a que, como dizias, pertencemos, pertence-nos agora. Tomámos conta dela, violámo-la, penetramos-lhe o ventre com a nossa sabedoria e destruimos o seu desejo de parir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pouco e pouco ela está a envelhecer, está até a tornar-se fria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há algum tempo atrás, ainda alguns de nós quisemos imitar a sua beleza naquilo que construímos e até nas casas para vivermos. Ainda fizemos, como antes tinhamos feito, arcos e colunas, jardins e vidros às cores, abóbadas a imitar o céu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De vez em quando, mesmo na cidade, ainda vemos uma dessas tentativas, hoje quase esqueletos que, de repente, um "bulldozer" (não sabes o que é, pois não?), vem e detrói numa noite. Às vezes, parece-me que ouço chorar os arcos e as colunas, sobretudo quando os vejo agonizarem antes da queda final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é verdade que os cisnes cantam antes de morrer? Se calhar a beleza chora antes de desaparecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olha, meu amigo selvagem. Como te disse, sou um homem que vive na cidade, mas cá no fundo eu pertenço à selva, às pradarias e ao campo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui prá nós, não gosto nada do que fizemos. E não sei se alguém gosta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo que vejo suponho que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se tu visses, meu pele vermelha, os rostos atuais dos homens brancos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parecem de cera, mas como têm vida, essa cera, às vezes, parece uma máscara de zanga e ódio, outras vezes, uma estátua corroída pelo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai! As noites do noitibó!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai! O sussurar do vento!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai! O néctar das flores!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai! O perfume da terra!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai! O zumbido dos insetos, o brilho das estrelas, a luz do luar e o calor do sol!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí! Onde estão, amigos meus?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Garanto-te, amigo Selvagem, Pele Vermelha, Chefe Seattle, garanto-te que te vou perguntar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tenho a certeza que a tua resposta está na carta que escrevestes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez, na nossa queda, possamos perceber o caminho que apontaste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos na sobrevivência, perdemos a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se te entendermos, talvez possamos reencontrá-la&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apud: Poema ecológico. Lisboa, Edições Itau, 1978&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5987637654160602636-6295638286311456742?l=atitudesrv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atitudesrv.blogspot.com/feeds/6295638286311456742/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://atitudesrv.blogspot.com/2010/06/poema-ecologico-resposta-dum-homem-do.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5987637654160602636/posts/default/6295638286311456742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5987637654160602636/posts/default/6295638286311456742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atitudesrv.blogspot.com/2010/06/poema-ecologico-resposta-dum-homem-do.html' title='Poema Ecológico - Resposta de um homem do Mundo de 1978 - Julio Roberto'/><author><name>Cibele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09631154316646759448</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5987637654160602636.post-2738410082039456623</id><published>2010-06-01T11:41:00.000-07:00</published><updated>2010-06-02T06:08:17.959-07:00</updated><title type='text'>Poema Ecológico - carta do Chefe Seattle ao Grande Chefe Branco de Washington</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', 'Lucida Grande', Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Em 1854, o Grande Chefe Branco de Washington fez uma oferta de compra de uma grande extensão de terras índias, prometendo criar uma «reserva» para o povo indígena. &lt;br /&gt;A resposta do Chefe Seattle, aqui publicada na sua totalidade, tem sido descrita como a declaração mais bela e mais profunda que jamais se fez sobre o ambiente.&lt;br /&gt;Como se pode comprar ou vender o firmamento, ou ainda o calor da terra? Tal ideia é-nos desconhecida.&lt;br /&gt;Se não somos donos da frescura do ar nem do fulgor das águas, como poderão vocês comprá-los?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Cada parcela desta terra é sagrada para o meu povo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada brilhante mata de pinheiros, cada grão de areia nas praias, cada gota de orvalho nos escuros bosques, cada outeiro e até o zumbido de cada insecto é sagrado para a memória e para o passado do meu povo. A seiva que circula nas veias das árvores leva consigo a memória dos peles vermelhas.&lt;br /&gt;Os mortos do Homem Branco esquecem-se do seu país de origem quando empreendem as suas viagens no meio das estrelas; ao contrário, os nossos mortos nunca podem esquecer-se desta bondosa terra pois ela é a mãe dos Peles Vermelhas.&lt;br /&gt;Somos parte da terra e do mesmo modo ela é parte de nós próprios. As flores perfumadas são nossa irmãs, o veado, o cavalo, a grande águia são nossos irmãos; as rochas escarpadas, os húmidos prados, o calor do corpo do cavalo e do homem, todos pertencemos à mesma família.&lt;br /&gt;Por tudo isto, quando o Grande Chefe de Washington nos envia a mensagem de que quer comprar as nossas terras, está a pedir-nos demasiado. Também o Grande Chefe diz que nos reservará um lugar em que possamos viver confortavelmente uns com os outros. Ele se converterá então em nosso pai e nós em seus filhos. Por esta razão consideraremos a sua oferta de comprar as nossas terras. Isto não é fácil, já que esta terra é sagrada para nós.&lt;br /&gt;A água cristalina que corre nos rios e ribeiros não é somente água: representa também o sangue dos nossos antepassados.&lt;br /&gt;Se lhes vendermos a terra, deverão recordar-se que ela é sagrada e, ao mesmo tempo, ensinar aos vossos filhos que ela é sagrada e que cada reflexo nas claras águas dos lagos conta os acontecimentos e memórias das vidas das nossas gentes.&lt;br /&gt;O murmúrio da água é a voz do pai do meu pai.&lt;br /&gt;Os rios são nossos irmãos e saciam a nossa sede; são sulcados pelas nossas canoas e alimentam os nossos filhos. Se lhes vendermos a terra, deverão recordar-se e ensinar aos vossos filhos que os rios são nossos irmãos e também o são deles, e que, portanto, devem tratá-los com a mesma doçura com que se trata um irmão.&lt;br /&gt;Sabemos que o Homem Branco não compreende o nosso modo de vida. Ele não sabe distinguir um pedaço de terra de outro, porque ele é um estranho que chega de noite e tira da terra aquilo de que necessita. A terra não é sua irmã, mas sim sua inimiga e, uma vez conquistada, ele segue o seu caminho, deixando atrás de si a sepultura de seus pais, sem se importar com isso!&lt;br /&gt;Rouba a terra aos seus filhos: também não se importa! Tanto a sepultura de seus pais como o património de seus filhos são esquecidos. Trata a sua Mãe, a Terra, e o seu Irmão, o Firmamento, como objectos que se compram, se exploram e se vendem como ovelhas ou contas coloridas. O seu apetite devorará a terra, deixando atrás de si só o deserto.&lt;br /&gt;Não sei, mas a nossa maneira de viver é diferente da vossa. Só de ver as vossas cidades entristecem-se os olhos do Pele Vermelha. Mas talvez seja porque o Pele Vermelha é um selvagem e não compreende nada.&lt;br /&gt;Não existe um lugar tranquilo nas cidades do Homem Branco, não há sítio onde escutar como desabrocham as folhas das árvores na primavera ou como esvoaçam os insetos.&lt;br /&gt;Mas talvez isto também seja porque sou um selvagem que não compreende nada. Basta o ruído para insultar os nossos ouvidos. Depois de tudo, para que serve a vida, se o homem não puder escutar o grito solitário do noitibó nem as discussões nocturnas das rãs nas margens dum charco? Nós preferimos o suave sussurrar do vento sobre a superfície dum charco, assim como o cheiro desse mesmo vento purificado pela chuva do meio-dia ou perfumado com o aroma dos pinheiros.&lt;br /&gt;O ar tem um valor inestimável para o Pele Vermelha, uma vez que todos os seres partilham um mesmo alento - o animal, a árvore, o homem, todos respiramos o mesmo ar.&lt;br /&gt;O Homem Branco não parece estar consciente do ar que respira; como um moribundo que agoniza durante muitos dias, é insensível ao mau cheiro. Mas se lhes vendermos as nossas terras, deverão recordar-se que o ar é, para nós, inestimável, que o ar partilha o seu espírito com a vida que mantém. O vento, que deu aos nossos avós o primeiro sopro de vida, também recebe os seus últimos suspiros. E, se lhes vendermos as nossas terras, deverão conservá-las como coisa à parte e sagrada, como um lugar onde até o Homem Branco poderá saborear o vento perfumado pelas flores das pradarias.&lt;br /&gt;Por tudo isso, consideraremos a vossa oferta de comprar as nossa terras. Se decidirmos aceitá-la, eu porei uma condição: o Homem Branco deverá tratar os animais desta terra como seus irmãos&lt;br /&gt;Sou um selvagem e não compreendo outro modo de vida. Tenho visto milhares de bisontes apodrecendo nas pradarias, mortos a tiro pelo Homem Branco, da janela de um combóio em andamento.&lt;br /&gt;Sou um selvagem e não compreendo como é que uma máquina fumegante pode ser mais importante que o bisonte, que nós só matamos para sobreviver.&lt;br /&gt;Que seria do homem sem os animais? Se todos fossem exterminados, o homem também morreria de uma grande solidão espiritual. Porque o que suceder aos animais também sucederá ao homem. Tudo está ligado.&lt;br /&gt;Devem ensinar aos vossos filhos que o solo que pisam são as cinzas dos nossos avós. Ensinem aos vossos filhos que a terra está enriquecida com as vidas dos nossos semelhantes, para que saibam respeitá-la. Ensinem aos vossos filhos aquilo que nós temos ensinado aos nossos, que a terra é nossa mãe. Tudo quanto acontecer à terra acontecerá aos filhos da terra. Se os homens cospem no solo, cospem em si próprios.&lt;br /&gt;Isto sabemos: a terra não pertence ao homem; o homem pertence à terra. Isto sabemos. Tudo está ligado, como o sangue que une uma família. Tudo está ligado. Tudo o que acontece à terra acontecerá aos filhos da terra. O homem não teceu a rede da vida, ele é só um dos seus fios. Aquilo que ele fizer à rede da vida, ele o faz a si próprio.&lt;br /&gt;Nem mesmo o Homem Branco, cujo Deus passeia e fala com ele de amigo para amigo, fica isento do destino comum. Por fim talvez sejamos irmãos. Veremos isso. Sabemos uma coisa que talvez o Homem Branco descubra um dia: o nosso Deus é o mesmo Deus. Vocês podem pensar nesta altura que Ele vos pertence, do mesmo modo como desejam que as nossas terras vos pertençam; porém não é assim. Ele é o Deus dos homens e a Sua compaixão reparte-se por igual entre o Pele Vermelha e o Homem Branco. Esta terra tem um valor inestimável para Ele e, se a estragarmos, isso provocará a ira do Criador. Também os Brancos acabarão um dia, talvez antes que as demais tribos. Contaminem os vossos leitos e uma noite morrerão afogados nos vossos próprios detritos.&lt;br /&gt;Contudo vocês caminharão para a vossa destruição cheios de glória, inspirados pela força do Deus que os trouxe a esta terra e que, por algum desígnio especial, vos deu o domínio sobre ela e sobre os Peles vermelhas. Esse destino é um mistério para nós, pois não percebemos porque se exterminam os bisontes, se domam os cavalos selvagens, se saturam os mais escondidos recantos dos bosques com a respiração de tantos homens e se mancha a paisagem das exuberantes colinas com os fios do telégrafo. Onde se encontra o matagal? Destruído! Onde está a águia? Desapareceu!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Termina a vida e começa a sobrevivência!&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5987637654160602636-2738410082039456623?l=atitudesrv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atitudesrv.blogspot.com/feeds/2738410082039456623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://atitudesrv.blogspot.com/2010/06/poema-ecologico-carta-do-chefe-seattle.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5987637654160602636/posts/default/2738410082039456623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5987637654160602636/posts/default/2738410082039456623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atitudesrv.blogspot.com/2010/06/poema-ecologico-carta-do-chefe-seattle.html' title='Poema Ecológico - carta do Chefe Seattle ao Grande Chefe Branco de Washington'/><author><name>Cibele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09631154316646759448</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5987637654160602636.post-6675825637710493317</id><published>2010-05-28T13:08:00.000-07:00</published><updated>2010-05-28T13:36:37.074-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>No caso da BP duas coisas me chamam a atencão:&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;1 - a postura defensiva da BP - ao invés de assumir categoricamente o desastre e se disponibilizar a aceitar as ajudas necessárias num caso como este para resolver o problema, a BP se mostrou defensiva, tentando culpabilizar outros e se justificar. É uma pena e uma atitude bem pouco sustentável do nosso ponto de vista. Muito mais em acordo com uma política e estratégicas voltadas para a sustentabilidade seria se colocar usando o máximo da humildade e transparência. Com isso seria, possivelmente menos atacada, atrairia parceiros com o intuito de resolver o mais rapidamente a questão e poderiam fazer jus ao seu "Beyond Petroleum"que agora virará piada pelos próximos 10 anos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;2 - a postura da população e mídia. Interessante que se por uma lado a BP se defende, a população e a mídia atacam. Mas atacam sem pensar em como colaboram com o que aconteceu. Até agora não ouvi nenhum americano escandalizado com a BP e com a indústria do petróleo dizer ou assumir publicamente uma diminuição do consumo do tão malfadado combustível. A indústria do turismo está preocupadíssima com os prejuízos, mas nenhuma ação para que dependamos menos deste tipo de energia está sendo alardeada...pelo menos não na mesma medida dos ataques à BP. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5987637654160602636-6675825637710493317?l=atitudesrv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://atitudesrv.blogspot.com/feeds/6675825637710493317/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://atitudesrv.blogspot.com/2010/05/no-caso-da-bp-duas-coisas-me-chamam.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5987637654160602636/posts/default/6675825637710493317'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5987637654160602636/posts/default/6675825637710493317'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://atitudesrv.blogspot.com/2010/05/no-caso-da-bp-duas-coisas-me-chamam.html' title=''/><author><name>Cibele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09631154316646759448</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
